Opinião Tupiniquim

Questões do dia-a-dia do Brasil e do Mundo. Política, Futebol, Educação... Comentários sobre notícias de relevância e com uma única característica: Que sejam no mínimo interessantes.

Opinião Tupiniquim

Questões do dia-a-dia do Brasil e do Mundo. Política, Futebol, Educação... Comentários sobre notícias de relevância e com uma única característica: Que sejam no mínimo interessantes.
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Terra Blog

Arquivo de: Março 2007

23.03.07

Monte o Brasil

Site muito interessante...

http://www.cambito.com.br/games/brasil.htm
  • criado por  Marcos Felicio criado por Marcos Felicio
  • Postado em 16:00:59

22.03.07

Oderm das lertas

categorias: Educação
Como são quase inexplicáveis os segredos do nosso cérebro!...
É incrível mas é verdade. Veja como consegue ler isto, com facilidade.

"Sguedno um etsduo da Uinvesriadde de Cmabgirde, a oderm das lertas nas pavralas não tem ipmortnacia qsuae nnhuema. O que ipmrtoa é que a prmiiera e a utlima lreta etsajem no lcoal cetro. De rseto, pdoe ler tduo sem gardnes dfiilcuddaes... Itso é prouqe o crebéro lê as pavralas cmoo um tdoo e nao lreta por lerta."
  • criado por  Marcos Felicio criado por Marcos Felicio
  • Postado em 14:03:53

21.03.07

Você tem experiência?

categorias: Educação
Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta:

Você tem experiência?

A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos.
Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo por sua alma.

REDAÇÃO VENCEDORA:

         Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.

         Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.

         Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.

         Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus.

         Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta, já caí da escada de bunda.

         Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.

         Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.

         Já vi pôr-do-Sol cor-de-Rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.

         Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.

         Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.

         Já apostei em correr descalço na rua,  já gritei de
felicidade,  já  roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e
achei que era para sempre, mas sempre era um "para sempre" pela
metade.

         Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo,  mas descobri que logo chegam novos,  e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.

         Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração. E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: "Qual sua experiência?".

         Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência... experiência.

         Será que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência? Não!

         Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta:

         "Experiência? Quem a tem, se a todo momento tudo se renova?"
  • criado por  Marcos Felicio criado por Marcos Felicio
  • Postado em 09:15:10

20.03.07

Crônica de Arnaldo Jabor

categorias: Brasil
É A REALIDADE EM QUE VIVEMOS, INFELIZMENTE, É A INVERSÃO DE VALORES.
Crônica de Arnaldo Jabor .
Será que a opinião pública está tão interessada assim na visão que Narcisa Tamborindeguy ou Adriane Galisteu têm da vida? A julgar pelo espaço que a mídia dedica a esse tipo de formador (?????) de opinião, o Brasil virou um imenso Castelo de Caras.
Adriane Galisteu, após o seu casamento relâmpago, falou às páginas amarelas de "Veja" e deu aula magna de insensibilidade, egoísmo e...sinceridade! Estranha mistura, mas a moça tem razão quando se diz sincera. Ela não engana, revela-se de corpo (e que corpo!) inteiro, e o retrato que aparece é assustador!
Adriane teve uma infância atribulada, perdeu o pai aos 15 anos, ainda pobre, e um irmão com AIDS quando já não era tão pobre. Eu não tinha um tostão, não tinha dinheiro para comprar um pastel. Meu irmão estava doente. Minha mãe ganhava 190 reais do INSS, meu pai já tinha morrido. Eu sustentava todo mundo e não tinha poupança alguma.
Peço licença a Adriane, mas vou falar de outra infância triste de mulher, a de Rosa Célia Barbosa. Seu perfil - admirável - surgiu em recente reportagem da " Vejinha " sobre os melhores médicos do Rio de Janeiro. Alagoana, pequena, 1m50cm, começou a sua odisséia aos sete anos. Largada num orfanato em Botafogo, Rosa Célia chorou durante meses. "Toda a mulher de saia eu achava que era a minha mãe que vinha me buscar. Depois de um tempo, desisti..".
Voltemos a Adriane Galisteu. Ela é rica, bem sucedida, e "nem na metade da escada ainda". A escada, não deixa de ser uma boa imagem para alguém que - como uma verdadeira Scarlet OHara de tempos neoliberais (muito mais neo que liberais) - resolveu que nunca mais vai passar fome. Até aí, tudo bem; mas é desconcertante ver como o sofrimento pode levar à total insensibilidade.
Pergunta da repórter a Adriane se ela faria algo para o bem do outro: "Para o bem do outro? Não, só faço pelo meu bem. Essa coisa de dar sem cobrar, dar sem pedir, não existe. Depois, você acaba jogando isso na cara do outro.". "Você nunca cede, então?" "Cedo, claro que cedo. Já cedi em coisas que não afetam a minha vida. Ele gosta de dormir em lençol de linho e eu gosto de dormir em lençol de seda. Aí dá para ceder..."
Rosa Célia fez vestibular de medicina quando morava de favor num quartinho e trabalhava para manter-se. Formou-se e resolveu dedicar-se à cardiologia neonatal e infantil, quando trabalhava no Hospital da Lagoa. Sem saber inglês, meteu na cabeça que teria que estudar no National Heart Hospital, em Londres, com Jane Sommerville, a maior especialista mundial no assunto.
Estudou inglês e conseguiu uma bolsa e uma carta da Dra. Sommerville . Em Londres, era gozada pelos colegas ingleses por causa de seu inglês jeca. Ganhou o respeito geral quando acertou um diagnóstico difícil numa paciente escocesa, após examiná-la por oito horas seguidas. "Ela falava um inglês ainda pior do que o meu", lembra Rosa Célia divertida.
Adriane Galisteu está rica, mas não confia em ninguém, salvo na mãe. Nem nos amigos. Vejam: "Eu não posso sair confiando nas pessoas. Não tenho motorista, nem segurança, por isso mesmo. É mais gente para te trair Eu confio mais nos bichos do que nas pessoas. Ainda existem pessoas que acham que eu tenho amnésia. Muitas das que convivem comigo hoje já me viraram a cara quando estava por baixo. Mas você pensa que eu as trato mal? Trato com a maior naturalidade. Porque elas podem até me usar, mas eu vou usá-las também. É uma troca."
De Londres, Rosa Célia iria direto para Houston, nos Estados Unidos. Fora escolhida e convidada para a Meca da cardiologia mundial. Futuro brilhante a aguardava. Uma gravidez inesperada atrapalhou o sonho. Pediu 24 horas para pensar e optou pelo filho, voltando ao Rio de Janeiro. Reassumiu seu cargo no Hospital da Lagoa e abriu consultório. Mas todo ano viaja para estudar. Passa no mínimo um mês no Childrens Hospital, em Boston, trabalhando 12 horas por dia.
"Você gosta de dinheiro, (Adriane)??" "Adoro dinheiro e detesto hipocrisia". Gasto, gosto de gastar, gosto de não fazer conta, de viajar de primeira classe. Tem gente que fala: esse dinheiro que ganhei eu vou doar... O meu eu não dôo não. O meu eu dôo é para a minha conta. Eu adoro fazer o bem, mas também tenho minhas prioridades: minha casa, minha família. Primeiro vou ajudar quem está mais próximo. "Mas faço minhas campanhas beneficentes."
Rosa Célia atualmente chefia um sofisticadíssimo centro cardiológico, o Pró-Cardíaco. Lá são tratados casos limite, histórias tristes. O hospital é privado e caríssimo, mas ela achou um jeito de operar ali crianças sem posses. Criou uma ONG, passa o chapéu, fala com amigos e com empresários. O seu Projeto Pró-Criança já atendeu mais de 500, e 120 foram operadas. "Sonhei a vida inteira e fiz. Não importou ser pobre, mulher, baixinha, alagoana Eu fiz."
Voltemos a Adriane Galisteu e esbarraremos, brutalmente, na frustração. Já tive vontade de viajar e não podia. Queria ter um carro e não tinha. Queria ter feito uma faculdade e não tive Dinheiro. Não que eu sinta falta de livros, porque livro a gente compra na esquina, e conhecimento a gente adquire na vida. Eu sinto falta é de contar para os amigos essas histórias que todo mundo tem, do tempo da faculdade.
Duas vidas, dois perfis fora da normalidade, matéria-prima para os órgãos de imprensa. Mas qual é a mais valorizada pela mídia hoje em dia? É fácil constatar e chegar à conclusão de que há algo muito errado com a nossa sociedade. Pode ser até que o leitor tenha interesse mórbido em saber o que as louras e morenas burras ou muito espertas andam fazendo, mas a mídia não deve limitar-se a refletir e a conformar-se com a mediocridade, o vazio, o oportunismo e a falta de ética. Os órgãos de imprensa devem ter um papel transformador na sociedade e, nesse sentido, estaríamos melhor servidos se houvesse mais Rosas Célias nos jornais, nas revistas e TVs que nos cercam.
Voltando ao Castelo de Caras, as belas Adrianes, Narcisas, Lucianas , Suzanas ou Carlas , certamente encontrarão lá um espelho mágico... Se for mesmo mágico dirá que Rosa Célia é mais bela do que todas vocês juntas.
  • criado por  Marcos Felicio criado por Marcos Felicio
  • Postado em 09:31:20

Minerês

categorias: Educação
Sapassado, era sessetembro
taveu na cuzinha tomando uma
Pincumel e cuzinhado um
Kidicarne cumastumate pra fazer
uma macarronada cum
galinhassada. Quascaide susto
quanduvi um barui vinde
deduforno parecenum tidiguerra.
A receita mandopô midipipoca
Denda galinhaprassá
O Forno isquentô, o mistorô e o
Fiofó da galinhispludiu!
Nossinhora! Fiquei branco quinein
Um lidileite. Foi um trem doidimais!
Quascai dendapia! Fiquei
Sensabê doncovim, noncotô,
Proncovô. Opcevê quilocura!
Grazadeus ninguém semaxucô!

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Quem conhece corfirma!
  • criado por  Marcos Felicio criado por Marcos Felicio
  • Postado em 08:56:43